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	<title>Atualiza Cursos - Pós-graduação - Atualização - Saúde - Salvador - Bahia - Brasil &#187; Notícias</title>
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	<description>Atualiza é especializada no ensino de Pós-Graduação e Atualização na área de saúde. Em Salvador - Bahia, oferecemos mais de 40 cursos na área de saúde.</description>
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		<title>Pequenos laboratórios se unem para cortar custos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 18:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA["A palavra de ordem dentro do Reação é reserva de mercado", diz Marin, de SC. Diante da concorrência de grupos consolidadores como Dasa e Fleury, os pequenos laboratórios de análises clínicas estão formando grupos para realizar compras e exames de maior complexidade em conjunto. [...] leia mais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pequenos laboratórios se unem para cortar custos<br />
Notícia disponibilizada no Portal <a href="http://www.cmconsultoria.com.br/">www.cmconsultoria.com.br</a> às 08:59 hs.</p>
<p>09/06/2011 &#8211; &#8220;A palavra de ordem dentro do Reação é reserva de mercado&#8221;, diz Marin, de SC. Diante da concorrência de grupos consolidadores como Dasa e Fleury, os pequenos laboratórios de análises clínicas estão formando grupos para realizar compras e exames de maior complexidade em conjunto. Normalmente, a demanda por exames mais sofisticados é menor, mas ao mesmo tempo exige equipamentos caros, o que dificulta a diluição dos custos.</p>
<p>Já há pelo menos quatro desses grupos em atividades em diferentes regiões do país: o catarinense Reação, o mineiro Lab Rede, o paulista LCA e o baiano LabForte. Juntos eles realizam mais de 2 milhões de exames por mês e reúnem mais de 520 unidades laboratoriais.</p>
<p>&#8220;A palavra de ordem dentro do Reação é reserva de mercado. Não conseguimos impedir a entrada dos &#8220;players&#8221; em Santa Catarina, mas é uma forma de pelo menos competir com eles&#8221;, disse Rafael Marin, diretor comercial do Grupo Reação, que reúne 227 laboratórios de Santa Catarina e fatura R$ 12 milhões por ano.</p>
<p>Segundo Marin, os laboratórios associados conseguem reduzir os custos em cerca de 35% em relação ao valor cobrado, por exemplo, pelo Hermes Pardini, laboratório mineiro que tem forte atuação na terceirização de exames para outros laboratórios.</p>
<p>O Grupo Reação, cujo faturamento anual é de R$ 12 milhões, já estuda inclusive oferecer exames de baixa complexidade caso a concorrência fique muito acirrada. &#8220;Hoje, apenas negociamos compras de materiais em conjunto&#8221;, explicou Marin. Exames de baixa complexidade são, por exemplo, colesterol, glicose, urina, cujos reagentes e equipamentos são mais baratos. Já os exames para detecção de doenças infecciosas são considerados mais complexos</p>
<p>&#8220;A formação de um grupo também é uma forma de não rentabilizar o concorrente&#8221;, explicou Luísa Célia Dallacqua, gerente técnica do LCA. O grupo paulista realiza mensalmente 400 mil exames de maior complexidade para 11 importantes laboratórios do país que terceirizam seus exames exclusivamente com o LCA. &#8220;Só em casos de exames de altíssima complexidade é que procuramos laboratórios no exterior ou o Fleury, por exemplo&#8221;, complementou Luísa. Os demais grupos também realizam exames de alta complexidade com os &#8220;players&#8221; de mercado.</p>
<p>Já o mineiro LabRede tem um modelo misto de negócio. Os seus 250 associados fazem cerca de 400 mil exames na LabRede e uma outra parcela menor no Dasa, Fleury e Hermes Pardini. &#8220;A maior parte dos laboratórios pequenos terceiriza seus exames. Dos nossos 250 associados, apenas 30% fazem metade dos exames no próprio laboratório. Os outros 220 não fazem nem 5% da demanda. Por isso, a importância de um grupo&#8221;, disse José Marques Castro, diretor executivo da LabRede.</p>
<p>Criada em 2006, a LabForte, da Bahia, está hoje mais focado na compra de materiais e equipamentos médicos. São realizados por mês R$ 2,2 milhões em negócios para seus 39 sócios. Mas, o grupo já tem planos de expandir e realizar exames em escala. Hoje, são feitos 250 mil exames. &#8220;Temos um Núcleo Técnico Operacional em Feira de Santana, mas não dá para atender a Bahia toda. Vamos abrir mais três ou quatro unidades até o fim de 2012&#8243;, disse Antonio Portas, vice-presidente da LabForte. &#8220;Sozinho fica difícil competir com Dasa e Fleury&#8221;, complementou Eduardo Borges, presidente do grupo baiano.</p>
<p>&#8220;Há uma tendência cada vez maior de formação desses clusters porque os laboratórios concorrem com os &#8220;players&#8221; e negociam preços com as operadoras de planos de saúde, que também são grandes&#8221;, disse Gustavo Campana, sócio da Formato Clínico, consultoria especializada em laboratórios.<br />
 <br />
Fonte:jornal valor economico</p>
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		<title>Brasil precisa avançar na redução da mortalidade materna, dizem especialistas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 15:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil não deve conseguir reduzir a taxa de mortalidade materna ao patamar assumido com a organização.
Atualmente, o país registra 68 mortes para cada 100 mil nascidos vivos. A meta das Nações Unidas é de cerca de 35 para cada 100 mil até 2015. Leia mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil não deve conseguir reduzir a taxa de mortalidade materna ao patamar assumido com a organização.<br />
Atualmente, o país registra 68 mortes para cada 100 mil nascidos vivos. A meta das Nações Unidas é de cerca de 35 para cada 100 mil até 2015. Assim, a queda precisa ser de aproximadamente 48% em quatro anos. Em 18 anos, de 1990 a 2007, o país registrou uma redução da taxa em 56%, passando de 140 a cada 100 mil crianças nascidas vivas para 75 por 100 mil, conforme dados do governo federal.<br />
Para os especialistas, a diminuição foi significativa, mas ainda é insuficiente para tirar o Brasil do ranking das nações com alto número de mortes durante a gravidez e o parto – que é cinco a dez vezes maior que o dos países ricos.<br />
A especialista em saúde pública da Universidade Federal da Bahia, Estela Aquino, aponta a grande quantidade de cesarianas e a negligência em alguns cuidados durante o pré-natal, como medir a pressão arterial das gestantes, entre os fatores que retardam a queda do indicador.<br />
Apesar de mais de 90% dos partos serem feitos em hospitais, a pesquisadora cita a falta de assistência adequada na hora do parto, obrigando as grávidas a buscar leitos nas maternidades às vésperas do nascimento do filho.<br />
“O fenômeno da peregrinação das mulheres no momento de ter um bebê é grande. Temos uma excessiva medicalização (abuso das cesarianas) e a falta do uso de outras tecnologias, como medir a pressão arterial, uma coisa simples que não tem sido feita e que causa impacto na taxa. A mortalidade materna é uma violação de direitos. São mortes, quase em sua totalidade, evitáveis”, disse Estela<br />
A questão da mortalidade materna é um dos temas da série especial feita pela revista médica inglesa The Lancet sobre a saúde do brasileiro, lançada na última segunda-feira (9). De acordo com o artigo, do qual Estela Aquino integra o grupo de autores, as principais causas de mortes maternas em 2007 foram doenças hipertensivas (23%), septicemia &#8211; infecção geral grave do organismo &#8211; (10%), hemorragia (8%) e complicações de aborto (8%).<br />
“Não estamos no ritmo necessário. Teríamos de ter um progresso mais rápido”, afirmou o epidemiologista Cesar Victora, da Universidade Federal de Pelotas (RS), um dos autores do artigo. Para Estela Aquino, essa é uma das Metas do Milênio que dificilmente será alcançada.<br />
Com o lançamento do programa Rede Cegonha, em março deste ano, o governo federal espera diminuir a taxa nos próximos anos. A ideia é adotar medidas para mudar o modelo de atenção às mães, como a concessão de vale-transporte ou vale-táxi para garantir o deslocamento das grávidas às unidades de saúde para o pré-natal,  na hora do parto e para garantir vagas nas maternidades, além de criar casas para atendimento de gestantes de risco. O foco são as regiões da Amazônia Legal e do Nordeste – que têm maiores índices de mortalidade materna – e as regiões metropolitanas, com maior concentração de gestantes.<br />
“O nosso modelo de atenção ao parto não é um modelo que facilita isso [a redução da taxa de mortalidade materna]. As medidas vão impactar”, disse Esther Vilela, coordenadora de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, acrescentando que o Brasil tem possibilidade de cumprir a meta. Segundo a coordenadora, não foi estabelecido percentual anual de redução da taxa.<br />
As Nações Unidas estabeleceram oito objetivos a serem atingidos pelo Brasil e mais 190 países: diminuir a pobreza extrema e a fome, melhorar o ensino básico, promover a igualdade entre sexos, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde materna, combater a aids e outras doenças, promover a sustentabilidade ambiental e a parceria mundial para o desenvolvimento.</p>
<p>Autor: Redação<br />
Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>SALVADOR GANHA CENTRO DE ONCOLOGIA NO HOSPITAL SÃO RAFAEL</title>
		<link>http://www.atualizacursos.com.br/salvador-ganha-centro-de-oncologia-no-hospital-sao-rafael/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 10:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima sexta-feira (29), às 11h, o Monte Tabor/ Hospital São Rafael irá inaugurar, no bairro do Pau da Lima, o Centro de Oncologia Irmã Ludovica Sturaro, que funcionará como unidade ambulatorial do HSR voltada ao tratamento quimioterápico. Leia mais[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SALVADOR GANHA CENTRO DE ONCOLOGIA NO HOSPITAL SÃO RAFAEL</p>
<p> </p>
<p>Na próxima sexta-feira (29), às 11h, o Monte Tabor/ Hospital São Rafael irá inaugurar, no bairro do Pau da Lima, o Centro de Oncologia Irmã Ludovica Sturaro, que funcionará como unidade ambulatorial do HSR voltada ao tratamento quimioterápico.</p>
<p>A capacidade de atendimento chegará a 1000 pacientes por mês. O objetivo é ampliar a assistência do São Rafael no setor de oncologia. A nova unidade recebeu investimento de mais de um milhão de reais no treinamento de pessoal, aquisição de materiais e equipamentos e na reforma do espaço, que conta com 422m² de área construída.</p>
<p>O Centro de Oncologia Irmã Ludovica Sturaro faz parte do Instituto de Tumores, uma rede de serviços do HSR voltados ao paciente com câncer, e que vai atuar de maneira integrada, multidisciplinar e humanizada. “Temos o objetivo de dar mais conforto e qualidade no atendimento aos pacientes, ao oferecer um centro moderno e completo com serviços integrados”, enfatiza Alessandro Glauco Vasconcelos, coordenador do serviço de Oncologia do HSR.</p>
<p>O Instituto de Tumores, coordenado pelo oncologista Augusto Mota, agrega toda a estrutura: o Centro de Oncologia-HSR, o setor de Medicina Nuclear e Radioterapia, o Centro de Pesquisa Clínica e o Laboratório de Biotecnologia, todos conduzidos por uma equipe atenta à necessidade do atendimento integrado.</p>
<p>“A intenção é fazer com que o paciente oncológico possa resolver tudo dentro do São Rafael. Todos os exames, tratamentos e o que mais ele precisar, o hospital oferece, ele não precisa sair daqui para nada”, salienta Mota.</p>
<p>Com esse objetivo, o HSR foi o primeiro hospital do Nordeste a adquirir o PET/CT, equipamento voltado a diagnosticar com maior eficiência a extensão da doença e otimizar o tratamento ao fornecer informações com mais detalhes sobre o alcance do tumor e possíveis reincidências.</p>
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		<title>Burocracia e problemas técnicos atrasam pesquisa clínica</title>
		<link>http://www.atualizacursos.com.br/burocracia-e-problemas-tecnicos-atrasam-pesquisa-clinica/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 00:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa diz que o país sedia só 1,5% dos estudos clínicos em curso no mundo, apesar de ser procurado pelas multinacionais em razão da qualificação dos cientistas e da diversidade populacional.  Leia mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempo para a aprovação de projetos é o dobro em relação à média de outros países.</p>
<p>Um emaranhado de problemas técnicos e burocráticos emperra o desenvolvimento da pesquisa no país. O tempo para a aprovação de projetos é o dobro em relação à média de outros países.</p>
<p>Relatório da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa diz que o país sedia só 1,5% dos estudos clínicos em curso no mundo, apesar de ser procurado pelas multinacionais em razão da qualificação dos cientistas e da diversidade populacional.</p>
<p>Dez pesquisadores ouvidos pela Folha culpam a Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa) pela lentidão na aprovação dos protocolos. A demora média para um parecer final, dizem, varia de seis a nove meses.</p>
<p>&#8220;Projetos são extraviados e pareceres são solicitados a técnicos alheios à pratica médica&#8221;, relata Morton Scheinberg, pesquisador em reumatologia e imunologia do Hospital Israelita Albert Einstein. A Conep é uma comissão do Conselho Nacional de Saúde.</p>
<p>Ele conta que uma pesquisa sobre um remédio biológico- para tratar dor de pacientes com artrose- ficou nove meses parada. &#8220;Na semana em que aprovaram, o resto do mundo encerrou o número de pacientes para recrutamento, ficamos de fora. A própria Conep não respeita as regras impostas por ela.&#8221;</p>
<p>Já a Conep alega que a demora se dá também por problemas nos projetos de pesquisa, que chegam à comissão inadequados. Quando acontece, são devolvidos aos pesquisadores, que precisam corrigi-los e submetê-los novamente à avaliação.</p>
<p>&#8220;Às vezes os protocolos vêm da indústria internacional e não seguem normas brasileiras. Nosso foco é na segurança do sujeito da pesquisa [paciente], não nos acordos econômicos&#8221;, diz Gysélle Tanous, que coordena a comissão.</p>
<p>Segundo ela, o tempo médio até o primeiro parecer é de 62 dias -a lei define 60. Não dá dados sobre o tempo médio até o parecer final.</p>
<p>Outra queixa dos pesquisadores é o suposto despreparo científico da comissão, que tem 30 membros. Eles avaliaram 530 protocolos em 2010. &#8220;Eles reprovam projetos baseados em critérios arbitrários, sem respaldo científico&#8221;, diz Freddy Eliaschewitz, presidente da comissão de pesquisa da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.</p>
<p>Gysélle Tanous reconhece que nem sempre sua equipe consegue avaliar protocolos de pesquisas complexas e inovadoras. Nesses casos, a comissão recorre a consultores e às sociedades médicas.</p>
<p>Autor: Redação<br />
Fonte: Folha.com<br />
<a href="http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&amp;idnot=10087">http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&amp;idnot=10087</a></p>
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		<title>PROMOÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO ATUALIZA</title>
		<link>http://www.atualizacursos.com.br/promocao-na-pos-graduacao-atualiza/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 18:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Inscreva-se na pós-graduação Atualiza no mês de setembro de 2011 e fique isento da taxa de inscrição.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Inscreva-se na pós-graduação Atualiza no mês de setembro de 2011 e fique isento da taxa de inscrição.]]></content:encoded>
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		<title>Câncer de mama aumenta em jovens, diz Icesp</title>
		<link>http://www.atualizacursos.com.br/cancer-de-mama-aumenta-em-jovens-diz-icesp/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 17:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Crescimento no número de casos é expressivo em todas as faixas etárias, mas é mais preocupante nas mulheres em idade reprodutiva  [...]saiba mais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crescimento no número de casos é expressivo em todas as faixas etárias, mas é mais preocupante nas mulheres em idade reprodutiva O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) levantou o perfil das mulheres que passaram pelo hospital para tratamento de câncer de mama. Entre as 2.573 pacientes atendidas nos quase três anos de funcionamento da instituição, 15% têm menos de 45 anos. A mais jovem tinha, na época em que recebeu o diagnóstico, apenas 19 anos.</p>
<p>O coordenador do Setor de Mastologia do Icesp, José Roberto Filassi, informou que o levantamento será feito também para outros tipos de câncer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com Filassi, alguns defendem que há um aumento real, causado por mudanças de costumes. Outros dizem que os casos estão apenas sendo diagnosticados mais cedo. Para ele, os dois fatores pesam.</p>
<p>A grande preocupação é que a detecção da doença nas mulheres jovens é mais difícil. Primeiro porque elas não estão na idade em que exames são feitos rotineiramente e, mesmo quando a mamografia é realizada, a percepção do tumor é mais difícil. Segundo</p>
<p>Além disso, diz ele, o câncer de mama na mulher jovem costuma ser mais agressivo. Tem taxa de crescimento maior e mais risco de metástase. Mas, segundo Afonso Nazário, do Departamento de Ginecologia da Unifesp, a incidência desse tipo de tumor cresce em todas as faixas etárias, não só em mulheres jovens.</p>
<p>Levantamento feito pelo coordenador do Programa de Mastologia da Universidade Federal de Goiás, Ruffo de Freitas, confirma essa ideia. Ele analisou dados do Registro de Câncer de Base Populacional de Goiânia entre 2003 e 2008. Nas mulheres entre 20 e 49 anos, a taxa de crescimento anual foi de 4,8%. Entre as de 50 e 59 anos, de 6,3% e, entre as de 60 e 69 anos, de 5,8%%.</p>
<p>Quando ele avaliou o crescimento acumulado em todo o período, os resultados foram alarmantes: aumento de 134% entre mulheres de 20 a 29 anos; 104% entre 30 e 39; 127% entre 40 e 49 e 277% entre 50 e 59. Segundo Freitas, os dados de Goiânia refletem a realidade de todos os grandes centros urbanos do País e do mundo.</p>
<p>Especula-se que a explosão seja consequência da mudança no estilo de vida feminino. No século 19, as mulheres menstruavam mais tarde e logo casavam e tinham filhos. Amamentavam mais tempo e entravam mais cedo na menopausa. A mama passava menos tempo sob o estímulo dos hormônios ovarianos.</p>
<p>Especialistas concordam que pouco se pode fazer para evitar o problema. A melhor forma de se proteger e diminuir a mortalidade é o diagnóstico precoce.</p>
<p>Autor: Redação<br />
Fonte: Saúde Business Web</p>
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		<title>CFM libera reprodução assistida para casais homossexuais</title>
		<link>http://www.atualizacursos.com.br/cfm-libera-reproducao-assistida-para-casais-homossexuais/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 17:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[até hoje, o Conselho Federal de Medicina determinava que apenas casais heterossexuais podiam recorrer à reprodução assistida. O Conselho mudou a norma e agora casais homossexuais e pessoas solteiras que querem ter filhos também podem recorrer a esse procedimento.[...] leia mais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conselho Federal de Medicina anunciou novas regras para o procedimento A funcionária pública Núbia Cavalcante tem que se multiplicar para atender aos trigêmeos, um trabalho que ela adora. Antes, foram três tentativas frustradas e muito desgaste.<br />
“Não é simples. Tem um preço e um preço emocional muito grande”, contou ela.<br />
Com a evolução da medicina, cada vez mais casais com problema de fertilidade recorrem às técnicas de reprodução assistida. Por isso, o Conselho Federal de Medicina atualizou as regras, que já tinham 18 anos.<br />
Na reprodução assistida, o óvulo da mulher é coletado e fertilizado pelo espermatozóide, em laboratório. Os embriões gerados são, então, transferidos, para o útero da mulher. A partir de agora, os médicos poderão implantar, no máximo, quatro embriões.<br />
Segundo o Conselho, é um cuidado para evitar uma gestação com muitos bebês, que pode provocar riscos para a mãe e para os filhos. O número de embriões tem que levar em conta a idade da mulher. Quanto mais jovem, menos embriões são necessários porque a taxa de sucesso da gravidez é maior.<br />
Por isso, para as mulheres de até 35 anos, poderão ser implantados até dois embriões. Entre 36 e 39 anos, três embriões. De 40 anos em diante, quatro embriões.<br />
Casais gays<br />
Outra novidade, até hoje, o Conselho Federal de Medicina determinava que apenas casais heterossexuais podiam recorrer à reprodução assistida. O Conselho mudou a norma e agora casais homossexuais e pessoas solteiras que querem ter filhos também podem recorrer a esse procedimento.<br />
As novas regras determinam ainda que não pode haver seleção de embriões para escolher o sexo ou outras características do bebê. Embriões, óvulos e espermatozóides congelados poderão ser usados mesmo depois da morte do doador, desde que haja autorização em cartório.<br />
As medidas foram aprovadas por unanimidade pelo Conselho. “Quem não segue, a própria lei dos conselhos determina uma punição que vai da advertência até a cassação, dependendo da gravidade da conduta do médico”, explicou o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto d&#8217;Avila.<br />
Na clínica do especialista José Gonçalves Franco Júnior quatro mil bebês nasceram pelo método de reprodução assistida.<br />
“De uma forma geral, essas medidas, as novas medidas trouxeram certa amplitude da aplicação das técnicas de reprodução assistida no Brasil”, diz Franco<br />
É mais segurança para ajudar a realizar o sonho de muitas famílias. “Era meu maior sonho ter um filho, apertar meu filho no colo e, de repente, eu tive três. Foi muito legal!”, afirmou Núbia</p>
<p>Autor: Do G1, com informações do Jornal Nacional<br />
Fonte: Do G1, com informações do Jornal Nacional</p>
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		<title>Ritmo da caminhada pode aumentar longevidade, diz estudo</title>
		<link>http://www.atualizacursos.com.br/ritmo-da-caminhada-pode-aumentar-longevidade-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 14:12:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Velocidade dos passos dá resultados especialmente após os 75 anos. Pesquisa é tema da edição desta semana da publicação médica 'Jama'. Leia mais...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Velocidade dos passos dá resultados especialmente após os 75 anos. Pesquisa é tema da edição desta semana da publicação médica &#8216;Jama&#8217; A velocidade dos passos pode garantir uma vida mais longa, segundo revela pesquisa realizada nos Estados Unidos entre pessoas de idade avançada, divulgada na edição desta quarta-feira (5) da publicação médica &#8220;Jama&#8221;. A análise foi feita por uma equipe da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, reunindo dados de nove estudos anteriores.</p>
<p>Os dados foram coletados entre 1986 e 2000 e contaram com informações de 34.485 pessoas acima de 65 anos, com taxas de velocidade de caminhada analisadas por, no mínimo, seis anos e, no máximo, 21 anos. Do total, 79,8% eram brancos e 59,6% eram mulheres. A média de idade foi de 73,5 anos.</p>
<p>A velocidade média desenvolvida pelos participantes foi de 0,92 metros por segundo. O monitoramento levou em conta distâncias percorridas de 2 a 6 metros. No decorrer da pesquisa, 17.528 morreram, mas à medida que os idosos se aproximavam dos 75 anos de idade, a influência da rapidez do andar começaram a aparecer.</p>
<p>Durante os primeiros cinco anos da pesquisa, 84,8% dos participantes sobreviveram. Após 10 anos, o valor caiu para 59,7%. Segundos os estudiosos, a influência da caminhada foi observada em ambos os sexos.</p>
<p>Após 10 anos de monitoramento, conforme a velocidade média aumentava, a chance de sobrevivência ia de 19% para 87% em homens; e de 35% até 91% para mulheres.</p>
<p>Liderados por Stephanie Studenski, os pesquisadores afirmam que a análise da expectativa de vida com base apenas em dados de idade e sexo oferecem informações limitadas, já que a sobrevivência também é afetada pelo modo como a vida de pessoa é levado.<br />
Autor: Redação<br />
Fonte: G1</p>
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		<title>HSR amplia prestação de serviços</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 13:49:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Para melhorar a prestação de serviços na área de Neurofisiologia, o Hospital São Rafael reuniu esforços na implantação de mais um procedimento: o Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico, mais conhecido como BERA. [...] saiba mais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>16/9/2010<br />
HSR amplia prestação de serviços<br />
 <br />
Para melhorar a prestação de serviços na área de Neurofisiologia, o Hospital São Rafael reuniu esforços na implantação de mais um procedimento: o Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico, mais conhecido como BERA.<br />
O BERA é um método rápido, indolor e extremamente preciso na avaliação da audição. O teste é feito através da colocação de eletrodos no couro cabeludo (região da orelha), estimulando, separadamente, a audição de cada ouvido através de um fone que emite cliques. Sua utilização é indicada no estudo das lesões do nervo auditivo de pacientes com queixas de perda auditiva, zumbido e tontura. Em recém-nascidos, pode identificar formas leves de deficiência auditiva ou até mesmo a perda da audição. O exame é realizado no 4º andar do HSR, no Serviço de Neurofisiologia. Informações através do telefone (71) 3281-6253.<br />
 <br />
Fonte:Site HSR</p>
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		<title>Estudo associa má digestão a problemas de sono e ansiedade</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 12:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laudete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar dos resultados pouco animadores para aqueles que sofrem de má digestão, os pesquisadores destacam que o estudo também traz uma esperança para esses pacientes [...] leia mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo associa má digestão a problemas de sono e ansiedade</p>
<p>Apesar dos resultados pouco animadores para aqueles que sofrem de má digestão, os pesquisadores destacam que o estudo também traz uma esperança para esses pacientes Os distúrbios de sono são muito mais comuns entre as pessoas que apresentam dispepsia funcional &#8211; mais conhecida como má digestão -, segundo estudo apresentado nesta semana no Encontro Científico do American College of Gastroenterology. Além disso, segundo pesquisadores da Clínica Mayo, nos EUA, as pessoas que sofrem do problema gastrointestinal apresentam também maiores níveis de ansiedade e depressão do que aquelas sem esse problema.<br />
Avaliando dados de mais de 100 pacientes com dispepsia funcional &#8211; a grande maioria eram mulheres &#8211; e de 50 pessoas saudáveis, os especialistas observaram que a escala de ansiedade e depressão era maior entre as pessoas que tinham “indigestão”, principalmente quando os sintomas &#8211; incluindo desconforto abdominal, saciedade precoce e náuseas &#8211; eram mais graves. E o índice de qualidade de sono era similar entre os pacientes com sintomas leves e pacientes com sintomas moderados ou graves, mas muito pior, comparado com o de pessoas que não tinham o problema digestivo.<br />
“Pacientes com dispepsia funcional com sintomas moderados ou severos tiveram maiores escores no índice de severidade de insônia, comparados aos controles saudáveis e a pacientes com sintomas leves”, escreveram os pesquisadores em publicação do evento. “As análises revelaram que a dispepsia funcional seria um significativo fator de risco para distúrbios de sono”, destacaram os especialistas, acrescentando que os pacientes com problemas digestivos teriam mais de três vezes mais chances de terem distúrbios de sono.<br />
Apesar dos resultados pouco animadores para aqueles que sofrem de má digestão, os pesquisadores destacam que o estudo também traz uma esperança para esses pacientes. As análises mostraram que exercícios regulares podem ter um efeito protetor contra problemas de sono e ajudar a melhorar a qualidade de vida desses pacientes. “Exercícios de rotina parecem reduzir a propensão a sofrer de distúrbios de sono”, destacaram os pesquisadores. Entretanto, segundo eles, testes clínicos são necessários para avaliar se uma melhora no sono pode amenizar os sintomas gastrointestinais e se uma melhora na digestão pode ter impacto na qualidade do sono.</p>
<p>Autor: ACG 2010 Annual Scientific Meeting<br />
Fonte: Site Boa Saúde</p>
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